Barbra Streisand

Barbra Streisand. Nasce uma estrela


Uma edição com inúmeras imagens inéditas dos fotojornalistas Steve Schapiro e Lawrence Schiller, que seguiram os seus primeiros passos em Hollywood. Maria Ramos Silva revê a obra com o selo Taschen em que emerge a actriz que sabia cantar, antes da cantora














Elas voltaram, anunciava esta semana um site sobre as últimas tendências da moda. “Os anos 70 telefonaram e querem o seu look de volta. Barbra Streisand, como aqui mostramos em ‘Nasceu Uma Estrela’, sempre gostou de gargantilhas, que reapareceram nos anos 90 e são agora recuperadas pelos estilistas das estrelas.” Antes de Rhianna ou Emma Watson, já a namoradinha da Broadway fazia escola. No final dos anos 60, numa nova era para a moda, posicionava-se no campo que celebrava o glamour menos convencional, com visuais que não passaram despercebidos às câmaras de Lawrence Schiller e Steve Schapiro.





















No set, no estúdio ou estrada fora, as memórias da primeira década de carreira de Streisand são compiladas nesta edição da Taschen com mais de 300 páginas e várias imagens inéditas de bastidores, numa viagem à sua estreia na sétima arte e aos principais títulos em que figurou. Barbra foi uma rapariga endiabrada em “Funny Girl” (1968), uma reprise de um sucesso dos palcos; a Dolly Levi de “Hello, Dolly” (1969); a Daisy de “Melinda” (1970); a Doris de “O Mocho e a Gatinha” (1970); a Judy de “Que Se Passa, Doutor?” (1972); e uns quantos outros filmes até “Nasce Uma Estrela” (1976), na pele de Esther Hoffman. Ao seu lado, uma série de colegas, amigos e confidentes: Elliott Gould, William Wyler, Sydney Pollack, Vincente Minnelli, Cis Corman, Omar Sharif, Kris Kristofferson e Robert Redford.






















Uma das personalidades mais influentes do showbizz, actriz, cantora, realizadora e produtora, Streisand pode gabar--se de ter recebido, entre outras distinções, todos os grandes troféus: Óscar, Tony, Emmy, Grammy e Globo de Ouro. Mas não sem antes a menina do nariz peculiar cheirar uma infância acre. A timidez de pouco ajudou nos primeiros tempos de escola, em que a aparência física era alvo de chacota entre pares. Barbra confessaria mais tarde que a própria mãe sempre duvidou da sua projecção no mundo do espectáculo, por a considerar pouco atraente para triunfar neste meio tão competitivo.






















Com a voz, emancipada de padrões de beleza e gosto, a nova-iorquina de 72 anos, atingiu a fasquia dos mais de 50 álbuns de ouro, 30 de platina e 13 discos multiplatinados nos EUA. Tinha apenas 13 anos quando gravou as primeiras demos, em 1955, nos estúdios Nola Records e, ainda adolescente, encarregou-se de animar os clubes nocturnos. O desejo de ser actriz levou-a à Broadway, onde participou em produções de segunda linha, contracenando com uma então semi- desconhecida Joan Rivers. Dos musicais ao grande ecrã foi um pequeno trajecto para a estrela que em Setembro fez um dueto com Jimmy Fallon no The Tonight Show, a primeira aparição no programa desde 1963. Foi aliás aqui que surgiu no ecrã pela primeira vez, no começo da década de 60, no formato então apresentado por Jack Paar. E é a estas décadas que regressamos para rever alguns dos retratos mais emblemáticos.























Na imprensa ou nos bastidores das grandes produções, Steve Schapiro dispensa um bilhete de identidade exaustivo. As suas fotos marcaram as capas de publicações como “Vanity Fair”, “Time”, “Sports Illustrated”, “Life”, “Look”, “Paris Match” e “People”, e fazem parte de várias colecções de museus. Há cinco livros editados sobre o seu trabalho, “American Edge”, “Schapiro’s Heroes”, “The Godfather Family Album”, “Taxi Driver” e “Then and Now”. Em Hollywood esteve envolvido em mais de 200 fitas – recorde-se do seu nome quando voltar a olhar para os posters de filmes como “O Cowboy da Meia-Noite”, “Taxi Driver”, O Padrinho – Parte III” ou “Lar, Doce Lar... às Vezes”.
























Já Lawrence Schiller ensaiou os primeiros cliques como foto-jornalista ao serviço de revistas como a “Life”, a “Playboy”, e a “Paris Match”. Algumas das figuras mais icónicas da década de 60 foram imortalizadas pela sua lente, casos de Lee Harvey Oswald e Robert F. Kennedy, sem esquecer outros apelidos famosos, como Ali, Foreman, Redford e Newman. A sua colaboração em matéria de livros valeu-lhe um Pulizer, crédito partilhado com o escritor Norman Mailer, por “The Executioner’s Song” (Schiller é, aliás, o fundador do Norman Mailer Center & Writer’s Colony, em Provincetown, Massachusetts). Autor de cinco bestsellers do “The New York Times”, dirigiu ainda filmes e mini-séries televisivas, uma delas de adaptação da obra de Mailer ao ecrã, vencedora de Emmys, tal como “Peter the Great”.























Não menos acostumados aos meandros da indústria do entretenimento, Patt Morrison, escritor e colunista do “Los Angeles Times”, e Lawrence Grobel, que em 1977 entrevistou Streisand para a revista “Playboy”, associam-se aos créditos desta edição contribuindo com alguns conteúdos.


Streisand & Redford on the set of 1973’s “The Way We Were”. Photo: Steve Schapiro

Barbra Streisand

Barbra and Jason at Stop Cancer Gala on Nov. 23 at the Beverly Hilton Hotel.






5 de abril de 1969: Trabalhadores da Paramount Pictures cumprimentam Barbra Streisand com sinais de felicitações enquanto ela reporta trabalhar no conjunto de "Em um dia claro que você pode ver para sempre". (Don Cormier / Los Angeles Times)

Barbra Streisand in the 1966 musical special "Color Me Barbra." (CBS Photo Archive)

Barbra Streisand says she still keeps in touch with the first boy she ever kissed at age 5. (Steven Meisel / W Magazine

Singer-actress Barbra Streisand, seen here in "Funny Girl," is profiled in the new biography "Hello Gorgeous: Becoming Streisand" by William J. Mann.
Columbia Pictures


Sue Mengers, left, with Barbra Streisand and hairdresser Fred Glaser at the Beverly Hilton Hotel in 1969.

Barbra Streisand and James Brolin






















Barbra Streisand ,2002





Barbara Joan Streisand nasceu em 24 de abril de 1942, no Brooklyn, em Nova York, numa família de judeus, filha de Emmanuel e Diana Streisand. Ela é a segunda de dois filhos por parte do pai Emmanuel, que era professor duma escola respeitada. Quinze meses após o nascimento de Streisand, Emmanuel morreu de uma hemorragia cerebral e a família quase vai a falência.

A carreira de Barbra Streisand começou quando se tornou uma cantora de boite, durante sua adolescência. Ela queria ser actriz e apareceu em várias produções teatrais, incluindo Driftwood em 1959, com a então desconhecida Joan Rivers. Driftwood durou apenas seis semanas.Quando o namorado dela, Barry Dennen , ajudou a criar um clube de música chamado O Leão, começou seu sucesso como cantora. Enquanto cantava no O Leão por várias semanas, mudou  o nome de Barbara para Barbra.

A primeira aparição de Streisand na televisão foi em The Tonight Show, apresentado por Jack Paar. Então começou a fazer sucesso na televisão e assim ganhou seu primeiro papel na Broadway, numa pequena participação. Ela então decidiu lançar seu primeiro álbum, The Barbra Streisand Album, que ganhou dois Grammy Awards em 1963. Após este sucesso com The Barbra Streisand Album, Streisand fez várias aparições no The Tonight Show em 1962 e 1963.

Streisand voltou à Broadway em 1964 com uma actuação aclamada como Fanny Brice em Funny Girl. Por causa do sucesso da peça, apareceu na capa da Time, e em 1968 apareceu na adaptação cinematográfica de Funny Girl que lhe deu o Oscar de melhor actriz.


















barbra streisand 2013

Barbra Streisand com Ella


Barbra Streisand com Liza Minnelli

Barbra Streisand com Madonna

Barbra Streisand, 1964




Barbara Joan Streisand, (Brooklyn, Nova Iorque, 24 de abril de 1942), conhecida como Barbra Streisand, é uma cantora, compositora, actriz, directora e produtora cinematográfica norte-americana, judia, vencedora de 2 Oscars, tendo sido indicada a mais três estatuetas. Divide com Cher o diferencial de ter sido premiada com o Oscar de Melhor Actriz e também de ter um single número um no Hot 100 da Billboard. Ganhou dois Oscar, oito Grammy, quatro Prémios Emmy, um prémio Tony especial e um American Film Institute[.



É uma das artistas mais bem-sucedidas, tanto comercialmente como da crítica, na história do entretenimento norte americano, com mais de 71,5 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos e 140 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Streisand é uma das poucas estrelas do show business a conquistar prémios em diversas áreas da arte - Oscar (cinema), Grammy (música), Tony (teatro) e Emmy (televisão). Também foi a primeira mulher a simultaneamente produzir, dirigir, escrever e actuar num filme ("Yentl", de 1983).



Iniciou a carreira em 1962 com a peça da Broadway "I Can get it For you Wholesale". O primeiro disco, "The Barbra Streisand Album", foi lançado em 1963 e premiou-a com dois Prémios Grammy. Barbra possui uma voz poderosa e imprime uma interpretação dramática às músicas que grava, especialmente nas baladas românticas. Fez duetos com artistas como Neil Diamond, Donna Summer, Frank Sinatra, Celine Dion, Bryan Adams, Burt Bacharach e Barry Gibb.


A sua estreia no cinema foi em 1968, com o musical "Funny Girl", e a actuação no mesmo ano rendeu-lhe o Oscar de melhor actriz. Foi indicada também pelo filme "Nosso Amor de Ontem", em 1973. Também ganhou o Oscar de melhor canção original pelo filme "Nasce uma Estrela" em 1976. Em 1964, casou-se com o actor Elliot Gouldy com quem teve o único filho, Jason, mas o divórcio veio logo depois que conquistou o Oscar de melhor actriz. Depois de vários romances, a actriz e cantora casou em 1998 com o actor e director James Brolin.





















in Hello, Dolly! (1969)







1970 On a Clear Day You Can See Forever Daisy Gamble / Melinda Tentres
The Owl and the Pussycat Doris Wilgus 
1972 What's Up, Doc? Judy Maxwell
Up the Sandbox Margaret Reynolds
1974 For Pete's Sake Henrietta 'Henry' Robbins
1976 A Star Is Born Esther Hoffman Howard (também produtora executiva)
Oscar de Melhor Canção Original Compartilhado com Paul Williams pela a canção Evergreen
Globo de Ouro de Melhor Canção Original Compartilhado com Paul Williams pela a canção Evergreen
1979 The Main Event Hillary Kramer
1981 All Night Long Cheryl Gibbons 
1983 Yentl Yentl/Anshel (também produtora, directora e roteirista)
1987 Nuts Claudia Faith Draper Nomeada - Globo de Ouro de Melhor Actriz - Drama
1991 The Prince of Tides Dr. Susan Lowenstein (também produtora, directora e roteirista)
Nomeada - Directors Guild of America Award
1996 The Mirror Has Two Faces Rose Morgan (também produtora, directora e roteirista)
2004 Meet the Fockers Roz Focker
2010 Little Fockers Roz Focker 
2012 The Guilt Trip Joyce Brewster
2013 Gypsy Mama Rose









































O nome dela é Barbra e continua a intrigar-nos


JORGE MOURINHA   02/05/2016 - 09:12Barbra Streisand: Redefining Beauty, Femininity and Power explora a ideia da actriz e cantora como ícone cultural que triunfou no mundo do espectáculo assumindo abertamente a sua identidade enquanto mulher e enquanto mulher judia.


É muito fácil sucumbirmos à caricatura de Barbra Streisand, uma das últimas representantes do estrelato da Broadway que fez a transição para o showbizglobal, como diva reclusa, narcisista e perfeccionista, ou como surpreendente ícone da comunidade gay americana. O “caso” para a importância maior de Streisand, contudo, acaba de ser defendido pelo jornalista e escritor Neal Gabler num ensaio biográfico publicado na prestigiada colecção da Yale University Press Jewish Lives, dedicada à multiplicidade da experiência e da identidade judia ao longo dos séculos. Streisand junta-se assim a políticos como Benjamin Disraeli ou Moshe Dayan, cientistas como Albert Einstein, Robert Oppenheimer ou Sigmund Freud, e a escritores como Marcel Proust, Franz Kafka ou Primo Levi no elenco de uma série académica que também já dedicou volumes a Steven Spielberg, Bob Dylan, Groucho Marx e aos irmãos Warner. Gabler, que já escreveu biografias do jornalista Walter Winchell ou de Walt Disney, explora em Barbra Streisand: Redefining Beauty, Femininity and Power a ideia da actriz e cantora como ícone cultural que triunfou no mundo do espectáculo assumindo abertamente a sua identidade enquanto mulher e enquanto mulher judia, recusando-se a ceder aos ditames culturais normativos e impondo uma identidade muito mais próxima da “mulher comum” do que da vedeta glamorosa. E, de facto, aqueles que não viveram o momento de maior impacto de Streisand nos anos 1960 e 1970, os anos em que a Nova Hollywood obrigou à redefinição das convenções do estrelato, poderão não ter consciência do que a popularidade da actriz significava. Streisand venceu 15 Grammys em 40 nomeações, dois Óscares entre os quais o de Melhor Actriz por Funny Girl, e cinco Globos de Ouro, e foi uma das fundadoras da First Artists, tentativa de “recriar” a experiência pioneira da United Artists onde era sócia de Dustin Hoffman, Paul Newman, Sidney Poitier e Steve McQueen.



Hoje com 74 anos (completados no passado dia 24), Streisand não pisa um palco da Broadway desde 1966 e apenas entrou em cinco filmes nos últimos 25 anos, período durante o qual tem estado mais activa enquanto cantora, publicando nove álbuns e arriscando quatro curtas digressões de palco. Mas o seu perfeccionismo continua lendário, e o seu modo esquivo de estar no olhar público sem estar garante que a sua presença continuará a pairar sobre Hollywood.
















































































































































































































































































































































































































Barbra Streisand and Ryan O’Neal in What’s Up Doc?, 1972

Barbra Streisand, 1960


Barbra Streisand, 1970s


Barbra Streisand by Richard Avedon, March 1966.

Barbra Streisand and Louis Armstrong


Barbra Streisand, Hello Dolly.





Casamento e Família

Streisand ja foi casada duas vezes. Seu primeiro marido foi o actor Elliott Gould , foram casados de 1963 até 1971.  Tiveram um filho, o actor Jason Gould (n. 1966), que viria a ser estrela na tela O Príncipe das Marés . Seu segundo marido é o actor James Brolin, com quem se casou em 1 de julho de 1998. Enquanto eles não têm filhos juntos, Brolin tem dois filhos do primeiro casamento, inclusive o actor indicado ao Oscar Josh Brolin, e uma criança do seu segundo casamento. Streisand divide seu aniversário com Shirley MacLaine, e celebram juntas todos os anos.

Política



Streisand tem sido uma apoiante activa do Partido Democrata e defende muitas de suas causas.

“ Os democratas sempre foram o partido dos trabalhadores e das minorias. Eu sempre me identifiquei com as minorias. ”

Filantropia
Streisand pessoalmente reuniu 25 milhões dólares para as organizações através de suas performances ao vivo. A Fundação Streisand, criada em 1986, contribuiu com mais de 16 milhões dólares por cerca de 1.000 bolsas para organizações nacionais que trabalham na preservação do meio ambiente, a protecção e das liberdades civis e dos direitos civis, aos direitos da mulher.

Em 2008, Streisand levantou 5 milhões de  dólares para a pesquisa Cardiovascular para o Centro do Coração da Mulher. Em setembro daquele ano a revista Parade, colocou Streisand num relatorio anual do Ranking das celebridades que fizeram as maiores doações a instituições de caridade, em 2007, de acordo com registos públicos.Em 2009, Streisand vendeu a leilão 526 itens valiosos e de longa data para doações em instituições de caridade.








Streisand with husband Elliott Gould and son Jason (1967)

Some "new"photo's of a very young Barbra Streisand

Barbra and Sister Roslyn Kind and mam Diana Kind

Peter Bogdanovich and Barbra Streisand on the set of What’s Up Doc? (1972) available now in HD on Warner Archive Instant

Streisand Family

ARMSTRONG

























































































































































Judy Garland and Barbra Streisand in “The Judy Garland Show”, broadcast on October 6, 1963

Almost too much coolness to bear: 1969, McQueen, Newman, Streisand, Poitier




Francesco Scavullo - Barbra Streisand with Kris Kristofferson in A star is born, 1976.


Barbara Streisand from the 70s and wind down.


Barbra Streisand taping in Bergdorf-Goodman for My Name is Barbra, CBS 1965


The Main Event (1979)


Barbra & baby Jason. 1967


Sophia Loren and Barbra Streisand

Imagens e textos (tradução automática), colhidos da internet

Sem comentários:

Enviar um comentário