Brigitte Bardot

Brigitte Anne-Marie Bardot
Nascida a 28 de setembro de 1934)

A longa vida de BB, a mulher inventada por Brigitte BardotA “única estrela que o cinema francês teve” faz 80 anos este domingo. Isolada em Saint-Tropez, vive a vida que diz querer viver, longe daquela que deixou que o cinema filmasse. Em França, há quem celebre o mito por não conseguir lidar com a realidade.


Brigitte Bardot aos 73 anos      FRANCOIS GUILLOT/AFP

“Aos 80 anos vou ser diferente, acho”, disse um dia Brigitte Bardot, nem 30 tinha. E aos 80, que se celebram este domingo, como vive “a única estrela que a França teve”? “Não sou feliz, mas não sou infeliz”, confessou no programaUn jour, une histoire, do canal de televisão France 2, que lhe dedicou uma emissão especial na terça-feira, antecipando as celebrações informais do aniversário “daquela que um dia chegou sensual, magnífica e provocadora como um ovni na paisagem cinematográfica francesa, mas também na sociedade”. É assim que o argumentista e realizador Jean-Max Causse explica o mito BB no ciclo que lhe dedica a Filmothèque du Quartier Latin, em Paris — uma retrospectiva de 11 filmes a pretexto do aniversário da actriz e do lançamento de um novo livro, Mes as de coeur, com perfis de figuras que se dedicaram à causa animal, a mesma que há décadas eclipsou “o desejo de liberdade” que a sua chegada ao cinema encarnou.

“Um dia ela disse não e nós sentimo-nos abandonados”, escreve Jean-Max Causse. “Agora que ela se foi embora, incontáveis rapazes perguntam-se, há mais de 40 anos, como foi crescer sem ela”, escrevera antes o jornalista Michel Grisolia num livro que lhe foi dedicado e que é citado no texto de apresentação do ciclo Brigitte Bardot, Bardot, como o título da canção de Dario Moreno: “Brigitte Bardot, bravo/ Por ti, a cada segundo/ bate o coração de um homem”.

“Nunca mais houve nada parecido”, lamenta um dos espectadores da sessão em que passa Vagabundos ao Luar (1958), de Roger Vadim, filme que hoje parece uma bizarria pela visão de Bardot a tourear na província espanhola. “Na altura queríamos todas ser como ela, mas não sabíamos nem podíamos”, confessa-nos outra espectadora “quase da idade dela”. “Ela foi, muitas vezes, a única liberdade que a que tínhamos direito”, continua. No programa do ciclo, Jean-Max Causse lembra que Bardot foi capaz de “insuflar [a França] de um desejo de liberdade que anteciparia, em 12 anos, o fim do jugo gaullista [do general Charles de Gaulle]. “Ela não era só uma figura do cinema, era a França libertada”, insiste a mesma espectadora de cabelos brancos, emocionada com o reencontro com “a melhor das francesas”.

Mas hoje, quando é notícia pelo extremismo e já não pelo cinema, continua Brigitte Bardot a ser BB? “Representei a liberdade, a juventude e a felicidade. Hoje já não sou assim”, disse a actriz e activista à France 2.

Brigitte Bardot posa para um grupo de fotógrafos em Londres, em Abril de 1959   AFP

Há algo de profundamente trágico em Bardot. Algo que, de um ponto de vista racional, nos faz olhar para esta mulher e tentar perceber em que se tornou e porquê. Quando Laurent Delahousse lhe pergunta se regressou às origens e BB diz que não percebe a pergunta, o jornalista lembra-lhe o pai conservador. Bardot faz uma pausa e depois assume: “Sim, eu sou uma conversadora. Tem razão, voltamos às origens."
“Com os anos, dei-me conta da injustiça e da mediocridade humana. Percebi que o ser humano tem defeitos insuportáveis. Acha que a sociedade evoluiu no melhor sentido? Tenho a certeza de que não. Veja a merda em que nos encontramos. É claro que sou conservadora." Confrontada com as declarações de apoio à Frente Nacional, ao arrepio de uma França que a admira pela sua liberdade, Bardot responde: “É a imagem da França que gostaria de ver surgir." E percorre, sem perdão, o perfil dos vários presidentes que foi conhecendo. Não poupa nenhum, com excepção de Giscard d’Estaing, “um amigo” que ainda hoje lhe faz a corte. Jacques Chirac é tratado como mentiroso, tal como Nicolas Sarkozy, por lhe “terem prometido muito e não terem cumprido nada”. A François Miterrand reconhece “o gesto simpático" de a ter agraciado com a Legião de Honra, "que não queria”; François Hollande, o actual ocupante do Eliseu, é um homem que “parece ouvir” o que lhe diz. Mas é de Marine Le Pen que BB espera mais: “Gosto muito dela, ela é mais do que os outros. Em termos gerais, as ideias de Marine Le Pen agradam-me. É a única mulher com um par de tomates."

Este lado beligerante, que a fez retirar-se da vida pública, que a afastou da televisão, que a atirou para a barra dos tribunais onde foi perdendo processo atrás de processo, recurso atrás de recurso, face às acusações de incitamento ao ódio e a denúncia daquilo a que chamou, no livro Un cri dans le silence, “a islamização da França”, é o rosto que a França hoje encontra quando procura aquela que em tempos encarnou a República. Foi em 1968, o ano da revolta estudantil, que BB se viu esculpida por vontade de De Gaulle — e, para escândalo da sua mulher, exposta em todos os estabelecimentos públicos franceses.

“Sou consciente de que deixei a minha marca”, diz para falar da "beleza insolente, que adorava” por ser a sua. E então ri-se quando Laurent Delahousse lhe lembra que o público também adorava essa insolência, para depressa voltar a uma modéstia da qual só podemos desconfiar: “Nunca tive noção do impacto que provocava. Fui sempre o que fui e quis ser. Ainda hoje." Questionada sobre se recusa, a mitologfia BB, afirma, peremptória, “não cuspir no passado”, usando a favor da fundação que criou em 1986 a força do seu nome e desse passado. “Não recuso nada. Sei bem que é graças a ter sido BB que cheguei onde cheguei", deixou escrito em Brigitte après Bardot(2014).

Uma cena do mítico E Deus Criou a Mulher (1956): Brigitte Bardot e Jean-Louis Trintignant


O corpo do desejo


Regresso ao momento em que Bardot se tornou BB. Foi em 1956, e bastou-lhe uma dança em cima de uma mesa rodeada por vários homens. E Deus Criou a Mulher, realizado pelo seu primeiro marido, Roger Vadim, inaugura a imagem de uma mulher que já antes entrara em filmes mas ainda não nascera como fantasia cinematográfica. É, diz hoje, BB como Bardot gostava e ainda gosta de ser, e como nunca antes tinha podido: “Penteada como gostava, despentada; maquilhada como gostava, sem nada; vestida como gostava, ou seja nua.” Na altura, o realizador François Truffaut veio em defesa da actriz nas páginas dos Cahiers du Cinéma, dizendo que, a par de Marylin Monroe e James Dean, BB transformava todos os outros actores em “pálidos manequins”. “Agradeço a Vadim ter dirigido a sua jovem mulher, fazendo-a repetir gestos quotidianos em frente à câmara, gestos insignificantes como brincar com a sua sandália ou menos insignificantes como fazer amor em plena luz do dia – menos insignificante mas mais real!” Bardot retribuiu-lhe o agradecimento e assim nasceu uma actriz.

“Nunca tive noção do impacto que provocava. Fui sempre o que fui e quis ser. Ainda hoje"Brigitte Bardot

Nesse tempo, BB “vivia como todos sem ser como ninguém” (Jean Cocteau). BB era “a primeira mulher moderna, capaz de tratar os homens como objectos sexuais” (Andy Warhol). BB era a mesma mulher que Claudia Cardinale – com quem haveria de fazer um filme, Les Petroleuses (1971), de Christian-Jacques – “gostaria de ser”, da roupa aos cabelos. E essa mulher, “o sonho de todos os homens casados”, como lhe disse Vadim, era a mesma que se deixava aprisionar num elevador de um hotel com uma empregada que de garfo em riste a acusava de ser “a ladra de todos os homens”. Ao mesmo tempo que era um símbolo de emancipação e de liberdade, era também a mulher que vivia numa prisão, “uma bela prisão, mas ainda assim uma prisão”, disse em entrevista. A primeira sequência de O Desprezo (1963), de Jean-Luc Godard, quando nua pergunta a Michel Piccoli se gosta de todo o seu corpo ou se prefere alguma parte em especial, faz parte da construção de um corpo que era, na altura, o corpo que a França desejava. “Sou como a natureza me fez. Ainda é assim, hoje”, confessa, orgulhosa de nunca se ter feito intervencionar.

Para Francine Rivière, uma das suas amigas, citada no documentário da France 2, Bardot “representou a típica rapariga francesa”, a dos sonhos, que, como diz uma outra amiga, Irène Bolling, “fazia vender tudo, carros, produtos de beleza, viagens”, ao mesmo tempo que, acrescenta mais uma amiga, Jacqueline Veyssière, “sofria com o mito que representava”.

Há um lado negro nesta história que o cinema inventa. Foram três tentativas de suicídio: aos 19, aos 26 e aos 49 anos. Houve um filho que recusou e com o qual, ainda hoje, tem uma relação complexa. “Vemo-nos raramente. Vi as minhas netas uma vez. As famílias são difíceis”, diz, sem mais acrescentar sobre a polémica criada pelo que contou no livro Initiales BB, onde falava da gravidez como um tumor do qual se queria libertar. Pouco depois do nascimento de Nicolas, dizia que não podia ser mãe quando ainda precisava de ser filha.

Brigitte Bardot em Vagabundos ao Luar (1958), também de Roger Vadim, o seu primeiro marido



BB não sabia ser Bardot. “Pertenço a todos e essa existência é-me insuportável”, confessou nos anos 1960. A BB que o assume é a mesma que não recusa o seu papel na construção de uma relação mal-sã com uma imprensa na altura ainda a aprender a lidar com o impacto das estrelas de cinema. Quarenta anos depois, perguntam-lhe o que a levou a desistir e responde assim: “Quando se comem muitos chocolates, tem-se uma indigestão. Eu tive uma indigestão de fotógrafos, de filmes e de imagens que me perseguiram a vida toda."

Quando, numa entrevista à beira dos 40, disse que “sem o cinema [se imaginava] serena”, ninguém podia adivinhar que era já o anúncio do fim da carreira. Um dia, depois de mais uma cena de nu, disse ao seu agente que acabara. Ficaram por responder os convites para filmar nos Estados Unidos com Marlon Brando e para ser uma das convidadas da série Dinastia. A explicação veio em comunicado: BB “já não conseguia ver-se envelhecer”, sentia-se desconfortável.

Hoje, Christian Brincourt, que a conheceu no início da sua carreira, diz-se impressionado por, 60 anos passados, “a burguesinha do 16.º bairro ainda fazer parte dos sonhos das pessoas”. “Ela foi sempre livre e pagou muito cara essa liberdade”, sublinha o marido, Bernard d’Ormale, figura reconhecida do partido de extrema-direita Frente Nacional. O isolamento no qual vive BB, explica, deve-se “a um mundo que ela não compreende e que se recusa a compreendê-la”. E, por isso, apesar dessa distância, e da recusa em regressar, a mesma Bardot que vendeu o que tinha para construir uma fundação para a defesa da causa animal responde a todas as cartas e a todos os pedidos que invariavelmente continuam a chegar-lhe. “Vive na nostalgia de um passado”, chega a dizer um dos seus próximos. “Num mundo próprio”, corrige o marido. “Sem remorsos nem lamentos”, diz BB, a rapariga que, como cantou Dario Moreno, “se não tivesse existido/ teria de ter sido inventada”.

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot


Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de Setembro de 1934) actriz francesa. Conhecida mundialmente pelas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e anos 1960. Tornou-se activista dos direitos animais, após retirar-se do mundo do entretenimento e se afastar da vida pública.

Ícone de popularidade da década de 1960, foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da história da moda.Bardot tornou-se uma estrela internacional em 1957, após protagonizar o polémico filme E Deus Criou a Mulher, produzido pelo então marido, Roger Vadim. Chamava a atenção da intelectualidade francesa e Simone de Beauvoir descreveu-a como "uma locomotiva da história das mulheres", além de ter sido considerada a mulher mais livre do Pós-Guerra na França.

Considerada uma mulher à frente do tempo, mesmo sem ganhar grandes prémios no cinema, Brigitte causava histeria na imprensa mundial e era uma das poucas actrizes não americanas da época que recebiam grande atenção da imprensa dos Estados Unidos,onde surgiu o termo "Bardot mania" para qualificar a adoração que suscitava. Estilo natural, incorporado a uma mistura de ninfa com femme fatale, juntamente com os cabelos longos e loiros, (inéditos para época), tornou-se mania entre as mulheres e influenciou todo o estilo e comportamento das gerações das décadas de 1950 e 1960, mudando para sempre a forma de representar o feminino.

Distante do sucesso e do glamour do cinema há quatro décadas e engajada numa polémica cruzada em defesa dos direitos animais, ainda se mantém firme como um ícone de sensualidade e beleza feminina, inspirando a moda e também vários artistas da conteporaneidade. Foi eleita uma das dez atrizes mais belas da história do cinema por uma pesquisa realizada em Inglaterra em 2009.Em 1985 foi premiada com a Legião de Honra Francesa, mas causou polémica ao recusar o prémio


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot


Carreira

Brigitte Bardot estreou-se no cinema aos 17 anos no filme Le Trou normand (1952) e no mesmo ano, após dois anos de namoro à revelia dos pais, casou-se com Roger Vadim. No segundo filme, Manina, la fille sans voile, as cenas de biquíni fizeram com que o pai recorresse à Justiça para impedir que as cenas fossem levadas ao cinema, sem sucesso.

Na moralista Hollywood dos anos 50, onde o maior símbolo sexual, Marilyn Monroe, no máximo havia aparecido nas telas de fato de banho, o perfil erótico transformou-a numa aposta arriscada para os estúdios, e isso, além do sotaque e um inglês limitado, impediram-na de fazer uma grande carreira no cinema dos Estados Unidos. De qualquer modo, tornou-se a mais famosa actriz europeia nos Estados Unidos e permanecer na França beneficiou sua imagem. Durante a década de 1960, quando a Europa, principalmente Londres e Paris, começaram a ser o novo centro irradiador de moda e comportamento e Hollywood saiu por uns tempos da luz dos holofotes, acabou eleita a deusa sexual da década. Verdadeiro ou falso, nesta época dizia-se que Brigitte Bardot era mais importante para a balança comercial francesa que as exportações da indústria automobilística do país.Entre 1952 e 1957 fez 17 filmes, nenhum de grande sucesso, dramas românticos ou históricos, sendo três filmes em inglês, entre eles Helena de Troia, mas foi o grande centro de atenção da mídia presente ao Festival de Cannes de 1953. Vadim não estava contente com isso e achava que Bigitte estava a ser subestimada pela indústria. A nouvelle vague francesa, inspirada no neo-realismo italiano, estava a 
começar a crescer  internacionalmente e ele, acreditando que Bardot poderia estrelar filmes de arte nessa linha, escalou-a  para o papel principal de seu novo filme, E Deus Criou a Mulher (1956), com a então jovem sensação masculina do cinema francês, Jean-Louis Trintignant. O filme, sobre uma adolescente amoral numa pequena e respeitável cidade do litoral, fez um grande sucesso e causou grande escândalo mundial. Quando chegou aosEstados Unidos, o filme estourou as receitas, transformando BB num fenómeno da noite para o dia, com cenas de  biquíni percorrendo as telas de cinema do mundo todo. Além disso, o filme chegou a ser proibido em alguns países, e foi condenado pela Liga da decência católica. A cena em que ela dança descalça em cima de uma mesa é considerada uma das mais eróticas da história do cinema.

Bardot divorciou-se de Vadim em 1957 e dois anos depois casou-se com o actor Jacques Charrier, que lhe deu o único filho, Nicolas-Jacques Charrier, e com quem contracenou Babette Vai à Guerra (1959). O casamento foi alvo constante dos paparazzi e houve choques e mudanças no rumo de sua carreira. Os filmes tornaram-se mais substanciais, mas isto trouxe uma grande pressão tornando dúbio o seu status de celebridade do cinema, pois ao mesmo tempo em que tinha aclamação da crítica na França, continuava a ser a bombshell glamourosa para o resto do mundo.

O filme de 1960, A Verdade, no qual actuou ao lado de Sami Frey, foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 1962, filmou com Louis Malle e Marcello Mastroianni Vida Privada, um filme quase autobiográfico sobre uma celebridade do cinema sem vida pessoal, graças a perseguição constante da imprensa. Pouco depois deste filme, BB retirou-se da vida agitada das metrópoles europeias para uma vida de semi-reclusão, mudando para uma mansão (La Madrague) em Saint Tropez, no sudoeste da França.

Em 1963 protagonizou o aclamado filme de Jean-Luc Godard, O Desprezo, e pelo resto da década o mito e ícone sexual foi alimentado por filmes como Histórias Extraordinárias, com Alain Delon, Viva Maria! com Jeanne Moreau e As Noviças, com Annie Girardot, entre outros e vários musicais de televisão e gravações de discos produzidos por Sacha Distel e Serge Gainsbourg. Brigitte Bardot envolveu-se na moda e na música pop, firmando-se como um ícone fashion. Em 1965, a 20th Century Fox produziu um filme, Minha Querida Brigitte, dirigido pelo consagrado James Stewart, e no qual foi convidada para fazer algumas aparições, uma das poucas produções de Hollywood em que aparece. Entretanto, BB recusou-se em viajar até Los Angeles para gravar as cenas, e exigiu que a Fox viesse até Saint-Tropez para filmar sua parte.

Em 1965, foi indicada e concorreu ao BAFTA na categoria de Melhor Actriz Estrangeira pela interpretação no filme Viva María!, de Louis Malle.

Em 1966, vestiu as cores de França e tornou-se a primeira celebridade usada por Aslan para interpretar Marianne, símbolo do país.

Em 1967, juntamente com Gunter Sachs foram ao Festival de Cannes, onde já não aparecia há alguns anos. BB chegou causando um enorme alvoroço nos fotógrafos. Durante a entrada no palácio dos festivais, os paparazzi empurravam e gritavam o seu nome querendo fotografá-la. Tempos depois, Brigitte deixou claro que naquela noite se sentiu como um animal sendo perseguido por caçadores.

Em 1968, gravou Histórias extraordinárias, que levou um elenco all-star e incluiu também Jane Fonda, Alain Delon eTerence Stamp, e foi dirigido por Federico Fellini, Louis Malle e Roger Vadim. Ainda em 1968, assina contrato para gravar Shalako, um faroeste, que causou sensação nos media durante a produção por reunir no mesmo elenco a sex symbol (Bardot), com a então sensação da série James Bond, Sean Connery.

Próximo do final dos anos 60, gravou o filme Les Femmes, em 1969, e logo após L’Ours Et la Poupée (O Urso e a Boneca), filme que agradou muito, pois sua actuação foi considerada extremamente profissional. Com o início da década de 1970, assina para gravar o filme As Noviças, mas como o roteiro não estava pronto, começa a filmar, no México, o filme Boulevard do Rum, pois seria um filme rápido de gravar. Foi neste ano também que Brigitte perde um dos seus maiores amores, a cachorrinha Guapa, isso abalou-a muito.

Em 1971, BB e Claudia Cardinale filmaram Les Petrouleses. Durante a produção da longa metragem, Bardot disse à imprensa que acreditava que Claudia Cardinale era a possível substituta de seu título de símbolo sexual. Em 1973, Brigitte Bardot novamente escandalizou o mundo ao protagonizar algumas cenas de sexo lésbico com Jane Birkin no filme Don Juan. E assim, ainda em 1973, grava o último filme, Colinnot Trousse-Chemise, lançado mundialmente em Outubro de 1974 que marcou o adeus às telas de cinema.


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot e  annie girardot

Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


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Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot Em 1956

Brigitte Bardot Em 1968

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot - 1950s

Brigitte Bardot - 1960's

Brigitte Bardot - 1965

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot 1959

Brigitte Bardot à Saint-Tropez - ’70s

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

brigitte bardot and Gunther Sachs

Brigitte Bardot at the Cortina d’Ampezzo resort, Italy, 1958

Brigitte Bardot being gorgeous in 1957’s Une Parisienne.

Brigitte Bardot by Jean-Claude Sauer - 1967

Brigitte Bardot by Peter Basch in 1957

Brigitte Bardot entourée de photographes

Brigitte Bardot et Dalida sur la plage de Saint-Tropez - 1968

Brigitte Bardot in ‘Et Dieu créa la femme ‘, 1956

Brigitte Bardot in Shalako (1968)

Brigitte Bardot in Une Parisienne (1957)

Brigitte Bardot Le Photo di Ghislain Dussart

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot on the beach.

Brigitte Bardot photographed by L. Trievnor on the set of Shalako 1968

Brigitte Bardot photographed by Peter Basch, 1956.

Brigitte Bardot signing autographs

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot, 1958

Brigitte Bardot, 1960s

Brigitte Bardot, 1960s.

Brigitte Bardot, aged 19.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot… La plus sexy

brigitte bardot jeanne moreau.

brigitte bardot

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Brigitte Bardot


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Brigitte Bardot


Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

















































































































































































































































































Brigitte Bardot and Alain Delon for Les Amours Célèbres, 1961.




Brigitte Bardot childhood photo.


















Bardot et Gainsbourg






Brigitte Bardot & Curd Jürgens on the set of “And God created Woman”, 1956


















































Brigitte Bardot

























Brigitte Bardot & Bob Zaguri









"A Very Private Affair" Brigitte Bardot with a fan 1961 MGM 

"A Very Private Affair" Brigitte Bardot 1961 MGM 












Brigitte Bardot and Picasso C. 1955

"Crazy for Love" Brigitte Bardot 1952

Brigitte Bardot in Desfolhando a Margarida (1956)































































































Brigitte Bardot, her son Nicolas and her mother-in-law, 1960 

Brigitte Bardot & Jacques Charrier 

Brigitte Bardot, 1961

Brigitte Bardot & Jacques Charrier on their wedding day, 1959

Brigitte Bardot lights a cigarette on the set of “La Femme et le Pantin”, 1958

Brigitte Bardot & Jacques Charrier, 1959

Brigitte Bardot at a press conference in London, 1959

Brigitte Bardot on the set of “A Ravishing Idiot”, 1963

Brigitte Bardot and the little duck she adopted on the set of “Viva Maria”, 1965

Brigitte Bardot at home, 1960s

Brigitte Bardot, 1968

Brigitte Bardot & Sami Frey, 1960s  


Bonjour Brigitte!
Illustration for a small zine I’m creating about Brigitte Bardot.

Brigitte Bardot shooting the music video of “Je reviens toujours vers toi”, 1967

Brigitte Bardot at a press conference for “Le Mépris”, 1963

*just chillin’ with my five bottles of liquor*

Brigitte Bardot at home with her dog Guapa, 1958


Brigitte Bardot leaving her apartment on Avenue Paul Doumer, 1960s

Brigitte Bardot on the set of “A Ravishing Idiot”, 1963

Brigitte Bardot and her little sister Mijanou, 1968

Brigitte Bardot in thigh-high boots

Brigitte Bardot in “Les Femmes”, 1969

Brigitte Bardot shooting the music video for “Comic Strip”, 1967

Brigitte Bardot & Jacques Charrier in Sète, 1959

Brigitte Bardot on the set of ‘Come dance with me’, 1959

Brigitte Bardot & boyfriend Sami Frey, 1962

Brigitte Bardot in ‘Come dance with me’, 1959


Brigitte Bardot in “Une Parisienne” (1957)

Brigitte Bardot in New York to promote “Viva Maria”, 1965


Brigitte Bardot on the set of “Le Mépris”, 1963

Brigitte Bardot in “La Femme et le Pantin”, 1958

Brigitte Bardot, 1958

Brigitte Bardot comes back from Mexico after shooting “Viva Maria”, 1965

Brigitte Bardot at home with her dog ‘Guapa’, 1960s












Brigitte Bardot






Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot & Sylvie Vartan photographed by Jean-Marie Périer

Brigitte Bardot & Sylvie Vartan photographed by Jean-Marie Périer

Brigitte Bardot & Sylvie Vartan photographed by Jean-Marie Périer

Brigitte Bardot & Sylvie Vartan photographed by Jean-Marie Périer

Brigitte Bardot & Sylvie Vartan photographed by Jean-Marie Périer

Brigitte Bardot at home in Paris with her newborn son Nicolas, January 1960

Brigitte Bardot, 1950s

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

 
Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

 
Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

Brigitte Bardot
 
Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot with Simone Weil

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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 Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

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 Brigitte Bardot


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Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot with her mother Anne-Marie 'Toty' Bardot

Brigitte Bardot with her mother Anne-Marie 'Toty' Bardot

Brigitte Bardot and director Louis Malle, on the set of Viva…

Brigitte Bardot & Michel Piccoli on the set of Le…


 Brigitte Bardot



 Brigitte Bardot


Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

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Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Roma 1956

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot
Brigitte Bardot
Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

























































































































































































































































A rare picture of teenage Brigitte with a friend


Claudia Cardinale e Brigitte Bardot




Brigitte Bardot and Kees van Dongen, 1959.




Brigitte Bardot and Michèle Mercier, Saint-Tropez, 1960's








Jeanne Moreau & Brigitte Bardo





























































































































Jeanne Moreau & Brigitte Bardot

Brigitte Bardot and her newborn son, Nicolas . January 1960

Brigitte Bardot, 1965- 31st birthday

Brigitte Bardot with her father Louis Bardot

Brigitte Bardot and her dog

Brigitte Bardot and her friend Laurent Verges lounge at Club…


New York, December 17th 1965: Brigitte Bardot at a press…

A scene from Godard's Le Mepris (1963) at the Villa (or…

Brigitte Bardot, C.1960’s

Bardot. All in blue and white. With the sea as background.

Georges Dambier, Brigitte Bardot, 1952

Brigitte Bardot inspired hair stripes

Brigitte Bardot in ‘Viva Maria!’, 1965.

Brigitte Bardot & Curd Jürgens on the set of "And God…

Brigitte bardot and Dirk Bogarde in Doctor at Sea

Brigitte Bardot by Peter Basch

Brigitte Bardot and Marcello Mastroianni, from the filming…

Brigitte Bardot by Peter Basch

Brigitte Bardot by Peter Basch

Brigitte Bardot, 1958- 24th birthday

Brigitte Bardot, 1964 - 30th birthday

Brigitte Bardot, 1974 - 40th birthday

Brigitte Bardot






















































































































































































Brigitte Bardot on the tube in London, 1955

meganmonroes: “Brigitte Bardot in 1960. ”



















































Brigitte Bardot and Brigitte Fossey in Cannes, 1955

Brigitte Bardot and Brigitte Fossey in Cannes, 1955

Brigitte Bardot 1958


















































































































Brigitte Bardot as Charlie Chaplin

Alain Delon and Brigitte Bardot

Brigitte Bardot and Gunther Sachs

Été 1979 : cela fait bien longtemps que BB ne fréquente plus

1968. Tournage du film «Shalako » d'Edward Dmytryk avec Sean…

En 1986, Roger Vadim pose pour Match devant le portrait de trois célèbres actrices qui ont été ses épouses . Brigitte Bardot, Catherine Deneuve et Jeanne Fonda, qui ont partagé la vie de cet incorrigible séducteur. Dans un livre il raconte ses vies amoureuses avec ces trois célèbres actrices. Photo : Jean-Claude Sauer / Paris Match

Festival de Venise 1953. L'actrice Brigitte Bardot et l'acteur Kirk Douglas sont à Venise pour présenter le film «Un acte d'amour» de Anatole Livak. BB à 18 ans et elle a un petit rôle dans le film . Ce sera ses véritables premiers pas au cinéma. Photo :Pierre Vals/ Paris Match.

1961. Tournage du film à sketchs"Les amours célèbres"de Michel Boisrond. Brigitte Bardot dans les bras de Alain Delon . Photo : Patrice Habans / Paris Match.

1958. Brigitte Bardot danse le flamenco sous le regard de sa sœur cadette Mijanou, qui va devenir actrice et jouer dans une dizaine de films . En 1970 après son dernier film elle mettra un terme définitif à sa carrière d'actrice et partira vivre aux États-Unis où elle deviendra créatrice de meubles. Photo : Philippe Le Tellier/ Paris Match.

1957. Brigitte Bardot fait son entrée au musée Grévin . Pour cela on doit lui faire un moulage de sa main. Mais cela ne se fait pas sans peine . Comme on peut le voir ici, Brigitte assise dans un fauteuil criant pendant qu'un homme recouvre sa main de plâtre. Photo : Francois Pages / Paris Match.

Serge Gainsbourg et Brigitte Bardot, en studio, pour préparer le show Tv qui sera diffusé pour le Nouvel An, le 23 novembre 1967

Serge Gainsbourg et Brigitte Bardot, en studio, pour préparer le show Tv qui sera diffusé pour le Nouvel An, le 23 novembre 1967

Serge Gainsbourg et Brigitte Bardot enregistrent "Bonnie & Clyde" qui sera diffusé le 1er janvier dans leur show Tv

1955. Bain de foule et d'autographes pour Brigitte Bardot et la petite Brigitte Fossey au milieu d'une foule d'admirateurs au festival de Cannes. Photo : Jack Garofalo/Paris-Match.


1958. L'actrice Brigitte Bardot est l'invitée d'honneur du navire "le Basque" portée sur les épaules de marin l'entourant, tous brandissant leur béret avec le pompon sur le pont du bateau dans la rade de Saint-Tropez. Photo : Jack Garofalo/Paris-Match.

A quelques jours du 69e Festival de Cannes, Paris Match vous ouvre ses archives. Focus sur l’année 1956.

Un jour au festival de Cannes . 1955. Un photographe de Match en pleine action au festival de Cannes. Jack Garofalo sous l'œil amusé de Brigitte Bardot. Photo : Michou Simon/Paris-Match.

1955. Brigitte Bardot (20 ans) et Brigitte Fossey (huit ans et demi) se promènent en barque le long de la Croisette. Photo : Jack Garofalo/Michou Simon/Paris-Match.

Alain Delon avec le grand navigateur Eric Tabarly et Brigitte Bardot à bord d'un voilier - 1968

1968. Brigitte Bardot assise sur une Harley-Davidson chante " j'appuie sur le starter , et voici que je quitte la terre, j'irai peut-être au Paradis mais dans un train d'enfer" . Parole de Serge Gainsbourg. Photo : archive de Paris-Match.

Sylvie Vartan and Brigitte Bardot

Brigitte Bardot, “La Bride Sur Le Cou", 1961
























































































































































































































































































































































Imagens e textos (tradução automática), colhidos da internet

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