Debbie Reynolds

Morreu Debbie Reynolds, a actriz que fez Gene Kelly cantar à chuva

A morte da filha, a actriz Carrie Fisher, um dia antes parece ter sido fatal para uma estrela do cinema que, aos 84 anos, via a saúde degradar-se há algum tempo.


HUGO TORRES 28 de Dezembro de 2016


“Ela queria estar com a Carrie.” Foi assim que Todd Fisher confirmou à Variety a morte da sua mãe, a actriz Debbie Reynolds. Tinha 84 anos e não resistiu ao desaparecimento da filha, Carrie Fisher, apenas um dia antes. Hollywood perde quase de uma assentada dois dos mais conhecidos rostos de duas épocas marcantes do cinema norte-americano: se Fisher era a princesa Leia de Star Wars e realeza dos blockbusters, Reynolds foi a Kathy Selden de Serenata à Chuva, que co-protagonizou com Gene Kelly e Donald O'Connor, e estrela dos musicais da “golden age”.


Debbie Reynolds estava em casa do filho, em Beverly Hills, quando começou a debater-se com problemas respiratórios. Estariam a conversar sobre os detalhes do funeral de Carrie Fisher, segundo o TMZ, o primeiro meio de comunicação a dar a notícia de que a actriz tinha sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) nesta quarta-feira. 


Reynolds foi conduzida de ambulância para o Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, onde acabou por morrer (já madrugada de quinta-feira em Lisboa). Todd Fisher confirmou o diagnóstico aos jornalistas: “A última coisa que ela disse esta manhã foi que estava muito, muito triste por ter perdido a Carrie e que gostaria de estar com ela outra vez”, cita o Guardian. “Quinze minutos mais tarde, sofreu um AVC grave.”


Todd Fisher acrescentou ainda, segundo a Associated Press, que a morte da sua irmã “foi demasiado” para a saúde frágil da mãe – que tinha sofrido um pequeno AVC em Junho, quando se encontrava a recuperar de uma intervenção cirúrgica; um mês antes, Carrie Fisher tinha dito que Debbie Reynolds havia estado “um pouco mais frágil” durante a rodagem de Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds, documentário em que a agitada e forte relação entre ambas volta a ser abordada pela actriz de Star Wars depois da primeira investida feita com Postcards From the Edge, um romance de carácter autobiográfico publicado em 1987.


“Obrigado a todos os que abraçaram os dons e os talentos da minha querida e extraordinária filha”, escreveu Debbie após a morte de Carrie, numa emocionada mensagem publicada no Facebook. “Estou grata pelos vossos pensamentos e preces que a estão a guiar até à sua próxima paragem.” Todd Fisher – que também trabalhou em cinema como actor, realizador e produtor – disse que “o único consolo” que a família tem neste momento “é que o que ela queria fazer era cuidar da sua filha, que é o que ele fez melhor”. “Ela está com Carrie agora e estamos todos de coração partido.”


O show da girl-next-door
O American Film Institute considera Serenata à Chuva (1952) o melhor musical de sempre do cinema norte-americano – logo, é também o mais marcante da carreira de Debbie Reynolds; mas não é o único. Depois de se estrear no cinema aos 16 anos e de participar em alguns filmes da Warner Bros – estúdio que a descobriu num concurso de beleza –, foi contratada em 1950 pela MGM, surgindo de imediato num filme com Fred Astaire (Três Palavrinhas) e criando um hit na película seguinte, Duas Semanas de Amor, num dueto com Carleton Carpenter.


Os musicais preencheram toda a década de 1950 de Debbie Reynolds, que contracenou com Bobby Van, Dick Powell, Jane Powell, Frank Sinatra, Bette Davis, Ernest Borgnine, Leslie Nielsen, Glenn Ford ou, claro, Gene Kelly (é com ela a cena que motiva a famosa “serenata à chuva”). O reconhecimento da Academia veio mais tarde, quando a nomeou para o Óscar de Melhor Actriz pela performance em Os Milhões de Molly Brown (1964), a história de uma rapariga simples em busca de um marido e de uma vida melhor. Tinha 31 anos.


Nessa altura, Debbie Reynolds já se tinha separado do cantor Eddie Fisher (1928-2010), com quem teve dois filhos (Todd e Carrie) e que a traiu abertamente com a actriz Elizabeth Taylor, num escândalo que ocupou as colunas de mexericos da época. Estava casada em segundas núpcias com Harry Karl, de quem se viria a divorciar em 1973. Casar-se-ia uma terceira vez, com Richard Hamlett, numa união que durou de 1984 a 1996.


Reynolds nasceu em El Paso, Texas, a 1 de Abril de 1932. O diminutivo por que ficou conhecida só chegou mais tarde. Na certidão de nascimento, lê-se: Mary Frances Reynolds. Mudou-se com a família para a Califórnia (Burbank) quando tinha apenas sete anos. Filha de Raymond Francis Reynolds, um carpinteiro da companhia de caminhos-de-ferro Southern Pacific Railroad, e de Maxine Harmon, com uma complexa ascendência britânica (inglesa, escocesa e irlandesa), foi criada segundo os preceitos de uma igreja metodista norte-americana.


Ainda era escuteira quando gravou Serenata à Chuva; ainda se sentia compelida a dar primazia às iniciativas da “comunidade” – como se diz nos EUA – a cumprir as exigências que um grande estúdio tinha então para uma actriz que estava à beira de se tornar uma estrela de cinema global. 


Apesar de Serenata à Chuva ser o seu sexto filme, foi aí que a sua carreira se balanceou para a década e meia e seguinte, tempo em que consolidou o seu nome em Hollywood.

Em 1969, chegou à televisão com uma sitcom em nome próprio – The Debbie Reynolds Show. Fez uma única temporada, mas o pequeno ecrã passaria a ser uma constante: após uma década de 1970 muito apagada tanto na TV como no cinema, regressou nos anos 1980 para alguns episódios de O Barco do Amor e a partir daí, e ao longo das três décadas e meia seguintes, participou em séries e telefilmes (o último dos quais foi Por Detrás do Candelabro, de Steven Soderbergh, no qual interpretou a mãe do extravagante Liberace) e deu voz a personagens de animação.


A sua participação em Will & Grace valeu-lhe uma nomeação aos Emmys em 2000, numa das diversas ocasiões de reconhecimento que voltou a ter pelo seu trabalho na sequência de Mãe, onde interpretava a personagem-título do filme de Albert Brooks. Foi por esse papel que foi nomeada pela quinta e derradeira vez aos Globos de Ouro e foi com Mãe a estrear nas salas comerciais que ganhou o direito a ter uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood, em 1997. 


Um momento de glória, sobretudo para quem dedicou tanto da sua vida a montar uma cuidada colecção de homenagem à história do cinema, com peças de guarda-roupa, adereços de produção e artigos de memorabilia no geral de artistas como Charlie Chaplin, Orson Welles, Scarlett O'Hara, Cary Grant ou Shirley MacLaine.


Em quase 70 anos de carreira, Debbie Reynolds recebeu vários prémios. O último dos quais chegou-lhe directamente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas – o Jean Hersholt Humanitarian Award, um Óscar honorário que lhe foi atribuído na edição de 2016. A recuperar de uma cirurgia, a actriz não esteve na cerimónia. O elogio foi feito por Meryl Streep, que a qualificou como “uma das estrelas mais amadas de várias gerações”. Minutos depois, Jane Fonda completou a vénia: “Debbie, por tudo o que és e por tudo o que fizeste, obrigado”.




Debbie Reynolds: a graça da rapariga da porta ao lado
A actriz era a antítese dos sex symbols femininos que a década de 1950 impôs no cinema americano, de Marilyn à hiperbólica Jayne Mansfield.
LUIS MIGUEL OLIVEIRA 29 de Dezembro de 2016

Acabou por ser um desfecho muito triste, esta história da morte, num intervalo de escassas horas que certamente deve pouco a uma simples coincidência, da filha Carrie Fisher e da mãe Debbie Reynolds. Talvez esta sequência trágica para o que em si mesmo já era uma tragédia – a morte, ainda jovem, da Princesa Leia – amplie a dimensão da comoção provocada pela morte de Debbie, que hoje, em termos “globais”, era provavelmente muito menos célebre do que Carrie.
Continuava a ser uma “instituição americana”, com presenças recorrentes na televisão e na imprensa, e esporadicamente nos círculos do teatro e do music hall, que foram os que sobretudo a acolheram a partir dos anos 70, quando começaram a rarear as ofertas de bons papéis em produções cinematográficas. Em todo o caso, a ligação entre mãe e filha, assim tragicamente confirmada pela morte de ambas, era um dado evidente, atestado por décadas de um relacionamento complexo por vezes publicamente vivido, e que de algum modo também se ofereceu em “espectáculo”, num filme de Mike Nichols, Recordações de Hollywood (Postcards from the Edge, estreado em 1990), com um argumento semi-autobiográfico assinado por Carrie Fisher e onde de forma mais ou menos velada se reflectia a história da relação entre mãe e filha.



Mas quem foi, no cinema, Debbie Reynolds? Terá sido uma das melhores intérpretes daquele tipo de figura a que os americanos chamam a “girl next door”, a “rapariga da porta ao lado”, uma idealização de uma figura feminina do quotidiano, sem nenhuma característica extraordinária mas investida de todas as virtudes que esse quotidiano tem enquanto símbolo do famoso “modo de vida americano”. Uma espécie de simplicidade animada por uma energia descomunal, tanto quanto por uma graça discreta. Debbie, que se impôs nos anos 50, era a antítese dos sex symbols femininos que essa década impôs no cinema americano, de Marilyn à hiperbólica Jayne Mansfield.


E a sua graça era essa: uma desenvoltura que se afirmava pela acção, não apenas pela presença. Como o confirma que tenha sido o grande cinema de acção dos anos 50 americanos – obviamente, o cinema musical – a descobri-la e a impô-la. Debbie era praticamente uma desconhecida quando se viu a contracenar com Gene Kelly e Donald O’Connor, actores e bailarinos famosíssimos, naquele que foi o momento decisivo da sua carreira, o Serenata à Chuva, dirigido a meias por Kelly e por Stanley Donen (que já agora registe-se, num ano com tantas mortes célebres, tem 92 anos e ainda é vivo). Aquela cena final com a canção You’re My Lucky Star é capaz de quebrar o coração a qualquer um, e é o momento em que nasce porventura, um perfil de actriz que então ainda não existia ou estava em desuso, feita duma mistura nada espampanante de verticalidade e fragilidade. Como um anúncio de uma figura com a aura de uma Shirley MacLaine, porque também podíamos imaginar Debbie no Apartamento ou no Deus Sabe Quanto Amei. Talvez a Debbie tenham faltado, na sua carreira futura, os Wilders e os Minnelis do mesmo calibre, mas houve Mulligans e Hathaways. Já não foi nada mau.

E no tal filme de Nichols, a actriz que interpreta o papel da mãe foi mesmo Shirley MacLaine.







Debbie Reynolds, "a rapariga da porta ao lado" [Vídeo]

http://www.publico.pt/multimedia/video/debbie-reynolds-a-ra . . .







Nome completo Mary Frances Reynolds



Nascimento 1 de abril de 1932




Nacionalidade  americana

Morte 28 de dezembro de 2016 (84 anos)

Ocupação Atriz, cantora, dançarina

Atividade 1948-2016

Cônjuge Eddie Fisher (1955–1959)
Harry Karl (1960–1973)
Richard Hamlett (1984–1996)

2016
2014 - Premio Honorário

Melhor secundária

Debbie Reynolds
, pseudónimo de Mary Frances Reynolds(El Paso, 1 de abril de 1932Los Angeles, 28 de dezembrode 2016) foi uma atriz, dançarina, cantora, historiadora do cinema e humanitária americana.

Era de ascendência irlandesa, escocesa e inglesa. Sua família mudou-se para Burbank (Califórnia) em 1939, e foi criada sob os preceitos rígidos da denominação protestante Igreja do Nazareno. Aos 16 anos, quando estudava em Burbank, Reynolds ganhou um concurso de beleza e um contrato com a Warner Bros., adquirindo um novo prenome.

Após ganhar um contrato com a Warner Bros., obteve apenas um papel secundário em June Bride de 1948, seu filme de estreia. Em 1952 participou do clássico Singin' in the Rain), seu filme mais conhecido onde contracenou com Gene Kelly.

Em 1955 atuou com Frank Sinatra em The Tender Trap.

Esteve em excursão ao Brasil em 1953 e a outros países da América do Sul em companhia da amiga Pier Angeli.[carece de fontes?]Em 1964 foi indicada ao Óscar pelo seu papel em The Unsinkable Molly Brown.


Vida pessoal

Foi casada com o ator e cantor Eddie Fisher, com quem teve dois filhos: a atriz Carrie Fisher e Todd Fisher. Eddie a abandonou pela então viúva de seu amigo, o produtor Mike Todd, a também atriz Elizabeth Taylor, o que causou um grande escândalo e ganhou as primeiras páginas da imprensa americana.

Mais tarde, casaria em 1960 com Harry Karl, se separando em 1973, após ele ter perdido sua fortuna no jogo, e seu terceiro marido foi Richard Hamlett, com quem esteve casada de 1984 até 1994 e com quem foi proprietária de um hotel e cassino em Las Vegas, mas o empreendimento faliu em 1997.

Além disso, Debbie Reynolds se destacou ao longo de sua vida como uma grande colecionadora de objetos relacionados com o mundo de Hollywood.

Escreveu os livros autobiográficos Debbie: My Life de 1988 e Unsinkable: A Memoir de 2013.

Debbie Reynolds, em 1970

Cena de Debbie Reynolds em Singin' in the Rain, seu filme mais conhecido

Com Barbara Ruick, Bob Fosse e Bobby Van em The Affairs of Dobie Gillis (1953)

I Love Melvin (1953)

Reynolds in 1987

Marquee listing Reynolds's world premiere at the Riviera Hotel, Las Vegas, December 1962

Reynolds, prior to performing a show in Las Vegas in 1975

Marriage to Eddie Fisher in 1955


Eddie Fisher and Debbie Reynolds gaze at their newborn daughter, Carrie Francis Fisher, in the first picture of the family together. The couple welcomed Carrie on Oct. 21, 1956.

Singer Eddie Fisher playfully tosses his daughter in the air as his wife, Debbie Reynolds, looks on.

Eddie Fisher and Debbie Reynolds dote over Carrie as they soak up some sun. 

Debbie Reynolds and Eddie Fisher supervise as Carrie Fisher has a little snack

Debbie Reynolds snuggles with her daughter, Carrie, as Eddie Fisher looks on, the picture-perfect family. Bu

After separating from Eddie Fisher, Debbie Reynolds was hospitalized for exhaustion. This picture was taken on her return to work on the set of The Mating Game as she held her two children, Carrie (left) and Todd Fisher, on the set.

Debbie Reynolds sneaks in a sweet moment with her 2-year-old daughter, Carrie Fisher, on the set of Say One for Me. Debbie had to work long hours to wrap the film in time to get to Spain on schedule for yet another movie. In an effort to spend time with her children, Debbie would occasionally bring them to the movie lot.

Debbie Reynolds seems entranced by her daughter, Carrie Fisher

Debbie Reynolds was all old Hollywood glam, fur collar, and cuffs and all, as she and Carrie attend an L.A. event in 1957. 

Debbie Reynolds was all smiles in an interview, while 2-year-old Carrie Fisher sat on a small rocking horse. As the actress talked about her meeting with Belgian King Baudouin in Hollywood, Carrie chimed in with some sage advice, saying, “Mommy, don’t talk.”


Debbie Reynolds and her 15-year-old daughter, Carrie Fisher, posed together in 1972.

Carrie Fisher, Todd Fisher, and Debbie Reynolds attend the opening of Irene, mom’s latest project, together on March 13, 1973, at the Minskoff Theater in New York City.

Debbie Reynolds and daughter Carrie showed off their matching dresses and smiles as they and Todd Fisher hit the opening night party for the Broadway musical Irene, in New York City in 1973. 

Carrie Fisher and Debbie Reynolds to be buried together on Thursday

Carrie Fisher gives her mom, Debbie Reynolds, a hug at the American Comedy Awards.

Carrie Fisher cuddles up to her mom, Debbie Reynolds.

Carrie Fisher embraces Debbie Reynolds while walking the red carpet for Jane, Well Done: A Celebrity Roast of Jane Fonda event on June 1, 2006, in Atlanta. 

Debbie Reynolds and Carrie Fisher always knew how to give the camera their best

Debbie Reynolds and Carrie Fisher attend the 2011 Creative Arts Emmy Awards together at Nokia Theatre L.A. Live on Sept. 10, 2011 in Los Angeles. 

Carrie Fisher and Debbie Reynolds to be buried together on Thursday

Carrie Fisher and Debbie Reynolds attend the press preview reception at Debbie Reynolds’s Dance Studio for the Hollywood Motion Picture Collection Auction on May 14, 2014, in California.

Honoree Debbie Reynolds and actress Carrie Fisher pose in the press room at the 21st Annual Screen Actors Guild Awards in Los Angeles, California.

Carrie Fisher and Debbie Reynolds to have a joint funeral 

Carrie Fisher and Debbie Reynolds got glammed out to attend Dame Elizabeth Taylor’s 75th birthday party in 2007. All the Eddie Fisher drama was long forgiven by then

Carrie Fisher and Debbie Reynolds attend a celebrity roast of Jane Fonda, benefiting the Georgia Campaign for Adolescent Pregnancy Prevention in Atlanta.

Debbie Reynolds hosted the Irene Original Cast Reunion. Daughter and co-star, Carrie Fisher, attended.
 











Quatro gerações da minha família - Carrie, minha mãe maxine, minha neta billie e eu.


Filmografia


1948 – June Bride

1950 – The Daughter of Rosie O'Grady

1950 – Three Little Words

1951 – Two Weeks with Love

1951 – Mr. Imperium
1952 – Skirts Ahoy!
1953 – I Love Melvin
1953 – The Many Loves of Dobie Gillis
1954 – Give a Girl a Break
1954 – Athena
1955 – Hit the Deck
1955 – The Tender Trap
1956 – Meet Me in Las Vegas
1956 – Bundle of Joy
1959 – The Mating Game
1959 – Say One for Me
1959 – It Started With a Kiss
1959 – The Gazebo
1960 – The Rat Race
1960 – Pepe
1961 – The Second Time Around
1963 – Mary, Mary
1963 – My Six Loves
1964 – Goodbye Charlie
1966 – The Singing Nun
1968 – How Sweet It Is!
1971 – What's the Matter with Helen?
1971 – The Mouse Returns (1971)
1973 – Charlotte's Web (voz)
1974 – Busby Berkeley (documentário)
1975 – The Last Salvation
1989 – Kiki's Delivery Service(voz na versão em inglês de 1998)
1992 – The Bodyguard (1992)
1993 – Jack L. Warner: The Last Mogul (documentário)
1993 – Heaven & Earth
1994 – That's Entertainment! III
1996 – Mother
1996 – Wedding Bell Blues
1997 – In & Out
1998 – Halloweentown
1998 – Zack and Reba
1999 – Keepers of the Frame (documentário)
2001 – Halloweentown II: Kalabar's Revenge
2002 – Cinerama Adventure (documentário)
2007 – Mr. Warmth: The Don Rickles Project (documentário)
2008 – The Jill & Tony Curtis Story (documentário)
2008 – Blaze of Glory (voz)
2008 – The Brothers Warner (documentário)
2008 – Fay Wray: A Life (documentário)
2009 – Broadway: Beyond the Golden Age (documentário)



















Actress Carrie Fisher, left, and her mother, actress Debbie Reynolds

Debbie Reynolds & daughter Carrie Fisher

Eddie Fisher,Debbie Reynolds-Fisher & daughter Carrie Fisher

Debbie Reynolds 






Debbie Reynolds with children Todd and Carrie Fisher (ca. 1958).

Debbie 

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Vic Damone & Debbie Reynolds

Gene Kelly and Debbie Reynolds in Singin’ in the Rain (1952)

Morte

Debbie Reynolds morreu em 28 de dezembro de 2016, vítima de um acidente vascular cerebral, apenas um dia após a morte de sua filha Carrie Fisher (a famosa atriz que interpretou a Princesa Leia na saga Guerra nas Estrelas).

Segundo seus familiares, as últimas palavras de Debbie foram: "Vou ficar com Carrie"


Última noite em las Vegas no ponto ao sul hotel, meu filho minha filha Carrie e minha neta billie


Imagens e textos (tradução automática), colhidos da internet

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